quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Festas

Quero aproveitar e desejar a todos os leitores e familiares um feliz natal e um ótimo 2011 regado de muita paz, saúde e prosperidade.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Revista Popular Mechanics [Parte 21 e 22]

Segue mais quatro edições.


Popular Mechanics - Janeiro de 1909

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Popular Mechanics - Fevereiro de 1909

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Popular Mechanics - Março de 1909

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Popular Mechanics - Abril de 1909

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

E depois tem gente que confia neles



Depois que ele declarou que não podia prever o desastre no Morro do Bumba pode-se esperar qualquer coisa.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Nanomotor molecular dispensa ferramentas para ser construído


Mas como pode um rotor girar dentro de uma célula hexagonal?

Rotor molecular

Moléculas que se auto-organizam para formar peças para nanomáquinas funcionais ainda são um sonho distante. Mas um sonho que vale a pena ser perseguido, a julgar pelo recente trabalho de uma equipe da Universidade de Munique, na Alemanha. O professor Johannes Barth e seus colegas capturaram moléculas em formato de bastão em uma rede bidimensional de tal maneira que elas se organizaram para formar pequenos rotores. Os nanorrotores giram em suas caixas em formato de favos de mel, formando nanomotores moleculares.

Reticulado

Primeiro, os físicos construíram uma extensa nano rede fazendo reagir átomos de cobalto com as moléculas cilíndricas de sexifenil-dicarbonitrilo, sobre uma superfície de prata. A reação criou um reticulado em formato de colmeia, com extrema regularidade e uma estabilidade surpreendente. A nano rede é estruturalmente similar ao grafeno, possuindo apenas um átomo de espessura. Quando os pesquisadores adicionaram outros blocos de construção moleculares, as hastes se reuniram espontaneamente. Para fazer o motor molecular girar foi uma questão de elevar a temperatura. O arranjo em três pás que as moléculas assumiram é tão energeticamente vantajoso que elas mantêm a estrutura mesmo quando a energia termal é suficiente para fazê-las girar.

Comutação óptica ou eletrônica

Mas como pode um rotor girar dentro de uma célula hexagonal? Na realidade, a observação no microscópio eletrônico revelou que há duas posições diferentes para os rotores que resultam das interações entre os átomos de nitrogênio em sua extremidade e os átomos de hidrogênio nas paredes da célula. É a alternância entre esses modos que resulta no movimento. Além disso, as três moléculas se reorganizam em uma sequência horária ou anti-horária. Os cientistas conseguiram determinar com precisão as transições de temperatura que fazem o rotor "mudar de posição" num ou noutro sentido. "Nós esperamos no futuro poder estender estes modelos mecânicos simples para fazer comutação óptica ou eletrônica," afirmou o professor Barth. "Nós podemos definir um tamanho específico para as células, nós podemos adicionar outras moléculas e estudar sua interação com a superfície e com a parede celular. Estas estruturas auto-organizáveis têm um enorme potencial."

Fonte: Inovação Tecnológica

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Além do silício: diodo quântico pode criar nova eletrônica


Um diodo MIM pode ser usado para executar algumas das funções dos componentes eletrônicos atuais, mas de uma forma fundamentalmente diferente.


Pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos, construíram um novo componente eletrônico que vinha desafiando a ciência há quase 50 anos. Douglas Keszler e seus colegas construíram um diodo MIM (metal-isolante-metal), que poderá se tornar a base para uma nova abordagem na construção de circuitos eletrônicos. "Diodos fabricados até agora com outras técnicas sempre tiveram um rendimento e um desempenho fracos," explica Keszler. "Esta é uma forma básica de eliminar as atuais limitações de velocidade dos elétrons que têm que se mover através dos materiais."

Diodo quântico

Os circuitos eletrônicos são feitos com materiais à base de silício, usando transistores que funcionam controlando o fluxo dos elétrons. Apesar de rápidos e relativamente baratos, esses componentes eletrônicos são limitados pela velocidade com que os elétrons podem mover-se através do silício e de outros materiais que entram em sua composição. Em contrapartida, um diodo MIM pode ser usado para executar algumas das funções dos componentes atuais, mas de uma forma fundamentalmente diferente. O novo componente se parece com um sanduíche, com uma camada de material isolante no meio de duas camadas de metal. A grande vantagem é que os elétrons não têm que se mover através dos materiais - eles simplesmente tunelam através do isolante, aparecendo quase que instantaneamente do outro lado. O tunelamento quântico é um efeito quântico que permite que um elétron - ou outra partícula - atravesse diretamente uma barreira. Isso é possível porque os elétrons apresentam comportamento tanto de partícula quanto de onda.

Metal amorfo

Os cientistas utilizaram um contato metálico amorfo para resolver os problemas que até hoje impediam a realização dos diodos MIM. Até agora os cientistas vinham usando principalmente o alumínio, que produz uma superfície relativamente rugosa em nanoescala. A equipe de Keszler optou por uma liga metálica (ZrCuAlNi) que produz filmes finos extremamente lisos, que permite o controle muito mais preciso do fluxo de elétrons. O material isolante é o tradicional óxido de silício (SiO2). Segundo os pesquisadores, os diodos foram fabricados "a temperaturas relativamente baixas", usando técnicas que podem ser ampliadas para uso em uma grande variedade de substratos e em pastilhas de grandes dimensões.

Além do silício

"Quando começou o desenvolvimento de materiais mais sofisticados para a fabricação de telas e monitores, [a indústria] sabia que um diodo MIM era tudo o que eles precisavam, mas ninguém havia conseguido fazê-lo funcionar," diz Keszler. "Agora nós podemos, e ele poderá ser usado com uma grande gama de metais baratos e largamente disponíveis, como cobre, níquel ou alumínio. Ele é também muito mais simples, mais barato e mais fácil de fabricar," comemora o pesquisador, que já requereu uma patente para a fabricação do diodo MIM. "Há muito tempo todo o mundo procura algo que nos possa levar além do silício. Esta poderá ser uma forma de imprimir componentes eletrônicos em escalas gigantescas, a um custo mais baixo do que é feito hoje. E quando esses produtos começarem a emergir, os ganhos na velocidade de operação dos circuitos será enorme," antevê ele.

Fonte: Inovação Tecnológica

sábado, 4 de dezembro de 2010

Alguém conhece essa estação?

Fiz essa recepção na cidade de Dois Irmãos do Tocantins - TO usando um rádio Sony mod. ICF-F12S dia 15 de Setembro de 2010 às 16:50Hs aproximadamente. Usei uma cerca de arame farpado que estava atrás de mim como antena, obtive boas recepções com essa antena improvisada.



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Revista Popular Mechanics [Parte 19 e 20]


Popular Mechanics - Abril de 1908

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Popular Mechanics - Maio de 1908

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Popular Mechanics - Junho de 1908

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Popular Mechanics - Julho de 1908

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