terça-feira, 27 de junho de 2017

Antena plano terra para escutar aviação

Fiz essa antena para escutar a faixa de aviação que no meu rádio fica entre 118 a 137MHz, a frequência central é 127,5MHz, sendo assim eu calculei as varetas da antena para 1/4 do comprimento de onda ficando com 59cm aproximadamente.

O tamanho exato não tem muita importância já que a antena vai ser usada apenas para recepção, por isso quem quiser montar não se preocupe tanto com a precisão, isso vale também para o cabo usado que no caso eu usei cabo de 75 ohms e não 50 ohms, mas o cabo deve ser de boa qualidade para que não haja perdas, o cabo que usei é o mesmo usado pelas empresas de TV a cabo ou satélite e que hoje em dia é possível achar em muitas lojas para comprar.

A ligação dos elementos é bem simples e pode ser visto na imagem abaixo:


A montagem da antena é bem fácil, basta ter alguma prática em soldar e furar, eu usei um cap de PVC de 3/4 juntamente com um pedaço de cano de PVC da mesma medida. Os elementos são feitos de fio rígido de cobre de 6mm2.

Em vez de soldar os elementos no cabo coaxial eu soldei em um conector fêmea para uso de cabo 75 ohms, o mesmo conector que tem nas TVs para conectar o cabo de antena, na imagem abaixo é possível ver como ficou depois de soldado os elementos.




Uma dica que dou em relação a solda é usar ferro de solda com mais de 50W para que o tempo de soldagem das varetas radiais seja o mais rápido possível para evitar derreter o cap de PVC, estanhar as pontas dos elementos e o conector para facilitar a solda.

Abaixo um vídeo da antena finalizada e instalada.




No meu canal no youtube é possível ver alguns vídeos de escutas realizadas com essa antena e um vídeo comparando essa antena com uma log periódica para FM.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Qubits fabricados no diamante com precisão nanométrica





Bits no diamante

É cada vez maior a chance de que os computadores quânticos tenham corpo e alma de diamante. Como é muito difícil lidar com os bits quânticos, várias equipes ao redor do mundo estão trabalhando com diferentes tipos de qubits - atualmente, os qubits supercondutores e os qubits de diamante são os mais promissores, embora a computação quântica no silício também esteja avançando rápido.

Agora, uma equipe do MIT, da Universidade de Harvard e dos Laboratórios Sandia, todos nos EUA, desenvolveram um processo para fabricar os qubits dentro dos nanodiamantes de uma forma muito precisa - nos primeiros protótipos, os qubits ficam a apenas 50 nanômetros de distância, em média, do alvo pretendido.

Fabricar o circuito, depois gravar o qubit

Os qubits de diamante consistem na verdade em defeitos no interior do diamante, defeitos estes conhecidos como vacâncias, quando um átomo de carbono da estrutura cúbica do diamante é substituído por outro átomo - o qubit consiste na orientação magnética dos elétrons "soltos" nesse defeito. Embora as vacâncias mais estudadas sejam as de nitrogênio, elas podem ser de qualquer átomo que possa funcionar como dopante no diamante. Tim Schroder e seus colegas usaram vacâncias de silício, que emitem luz em uma faixa de frequências mais estreita e não requerem o resfriamento criogênico dos defeitos de nitrogênio - essas vacâncias também são conhecidas como centros de cor.

Ocorre que essas emissões de luz são extremamente tênues. Para seu uso prático como bit quântico é necessário amplificá-las, dirigi-las e então recombiná-las para executar os cálculos. É por isso que é importante posicionar esses defeitos com precisão: é mais fácil traçar os circuitos ópticos no nanodiamante e depois inserir os qubits nos locais corretos do que localizar qubits aleatoriamente posicionados e depois construir os circuitos ópticos ao redor deles.

Para demonstração da técnica, a equipe usou um filme fino de diamante com 200 nanômetros de espessura, no qual foram entalhadas cavidades ópticas para aumentar a luz emitida pelos qubits. Cada cavidade óptica recebeu então de 20 a 30 íons de silício. Um tratamento térmico final deu mobilidade a essas vacâncias, o que deixou os qubits a, em média, apenas 50 nanômetros de distância da posição ideal, mas já dentro de posições válidas para operação do circuito previamente gravado. A equipe espera que novos aprimoramentos da técnica deem resultados ainda melhores.


terça-feira, 6 de junho de 2017

Radiofone Philips Mod. 06 RF 686



Pessoal, quero agradecer a todos que deixaram comentários a respeito do receptor Philips, em especial ao Eustáquio Antônio(PY4NK) que me enviou o manual do receptor.

Devido a minha pouca experiência não tinha reparado que o modelo estava impresso em um papel colado no dissipador do amplificador, como estava marcado na etiqueta tipo e não modelo achei que fosse algum código interno do fabricante.




segunda-feira, 5 de junho de 2017

Rádio de mesa Philips - Alguém conhece esse modelo?

Pessoal, estou procurando informações a respeito do modelo desse receptor, agradeço qualquer informação.







quarta-feira, 31 de maio de 2017

Transistor Handbook

Já faz algum tempo que recebi um link do amigo Valdir do blog Projetos e Transceptores indicando mais um local onde tem revistas Nuova Elettronica para download, mas não é só isso, também tinha mais alguns artigos italianos bem interessantes e um handbook de transistores antigos, interessante para quem quer montar esquemas antigos, mas não acha os datasheets dos transistores para identificar um possível substituto, por isso estou compartilhando o link aqui para quem tiver interesse, o handbook pode ser baixado pelo link abaixo:

Transistor Handbook

Também quero aproveitar para agradecer ao Ron Wolpa que também me enviou o mesmo link, mas ele não sabia que eu já tinha recebido.

Frequência

A frequência ou número de oscilações por segundo, de uma corrente alternada, é inversamente proporcional a duração da oscilação.




sábado, 27 de maio de 2017

Bit quântico de grafeno é bem mais que um qubit


O qubit capacitivo é formado por duas camadas de grafeno ensanduichando uma camada de nitreto de boro.



Qubit resistente

Nasceu um novo componente que deverá acelerar ainda mais uma corrida cujos competidores parecem cada vez mais próximos da linha de chegada: a criação de computadores quânticos práticos. Trata-se de um qubit - a unidade básica de cálculo e armazenamento de dados desses computadores futurísticos - feito a partir de uma série de camadas empilhadas de materiais bidimensionais.

A grande vantagem é que o componente se mostrou muito estável, capaz de resistir às influências externas que fazem os qubits perderem os dados muito facilmente - e, nessas dimensões quânticas, virtualmente tudo é interferência, o que exige o uso de temperaturas criogênicas, para tentar diminuir a energia do meio circundante e sua capacidade de interferir com o qubit.

Capacitor como qubit

A grande novidade é que o qubit é na verdade um capacitor, um componente eletrônico básico capaz de armazenar energia e liberá-la em pulsos muito rápidos. A diferença é que, dadas suas dimensões, é um capacitor que opera segundo as leis da mecânica quântica. Sina Khorasani e Akshay Koottandavida, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, tiveram a ideia de explorar o uso de um capacitor como qubit justamente porque seu princípio de funcionamento o torna mais resistente às interferências externas, já que, em vez de ser influenciado por partículas intrometidas, ele pode simplesmente guardá-las como energia.

Além disso, é mais fácil fabricar um nanocapacitor, que também fica menor do que outras arquiteturas de qubits atualmente sendo pesquisadas.

Mais do que qubits

O componente consiste em camadas do isolante nitreto de boro ensanduichadas entre duas camadas de grafeno. Graças às propriedades pouco usuais do grafeno, a carga que entra no capacitor não é proporcional à tensão - essa não-linearidade é uma etapa essencial no processo de gerar bits quânticos.

E essas características o tornam útil também para outras aplicações na interface entre a eletrônica e a óptica. "Este componente pode melhorar significativamente a forma como a informação quântica é processada, mas também há outras aplicações em potencial. Ele pode ser usado para criar circuitos de alta frequência fortemente não-lineares - até o regime terahertz - ou em misturadores (mixers), amplificadores e para o acoplamento ultraforte entre fótons," escreveram os pesquisadores.


domingo, 21 de maio de 2017

Revista Eletrônica Prática



Revista que até então eu não conhecia, editada pela Graffiti Cultural provavelmente na década de 1990 e tomando base por esse único número conhecido até agora ela publicava circuitos de diversas áreas da eletrônica e possuía um laboratório próprio já que os circuitos não possuem autoria.

Se algum leitor tiver mais alguma informação a respeito para poder acrescentar eu agradeço, pode deixar um comentário ou me enviar por e-mail.


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