sexta-feira, 30 de março de 2012

E-Book - Esquemas

Mais dois livros que achei na net. O primeiro com esquemas usando transistor FET e o segundo com diversos circuitos simples usados em diversas áreas da eletrônica.


50 Field Effect Transistor Projects
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Ideas for Design
   

Memória flexível, transparente e 3D não perde dados


  Além de serem flexíveis e quase transparentes, as células de memória medem apenas 5 nanômetros, o que é muito menos do que o padrão da indústria eletrônica atual.

 Memória transparente

Chips de memória flexíveis e transparentes estão sendo apontados pelos seus criadores como o caminho rumo a aplicações como telefones celulares que poderão ser enrolados no braço como relógios de pulso. Isto pode ser possível em pouco tempo, afirma o professor James Tour, químico da Universidade Rice, nos Estados Unidos, em cujo laboratório foram criados as novas células de memória. Esse novo tipo de memória, que usa o óxido de silício como componente ativo, permite combinar os eletrodos transparentes das telas sensíveis ao toque com outros componentes igualmente transparentes desenvolvidos ao longo dos últimos anos, eventualmente viabilizando o sonho do professor Tour. Mas talvez não precise ir tão longe. O fato é que as novas memórias são substitutas muito promissoras para as atuais memórias flash, além de várias outras aplicações.

Flexíveis, transparentes e 3D

Além de serem flexíveis e quase transparentes, as células de memória são muito menores do que as atuais, são construídas empilhadas umas sobre as outras, formando um chip 3D, e suportam temperaturas altíssimas, o que as torna candidatas também para aplicações espaciais. A inovação é uma decorrência de um desenvolvimento apresentado pela mesma equipe em 2010, quando eles construíram nanotransistores de dois terminais, medindo apenas 5 nanômetros, o que é muito menos do que o padrão da indústria eletrônica atual. Os nanotransistores consistem de canais de cristais de silício puro criados quando se aplica uma forte carga elétrica no óxido de silício, um isolante largamente usado pela indústria eletrônica. A tensão inicial parece arrancar átomos de oxigênio do óxido de silício. Como consequência, cargas cada vez menores repetidamente interrompem e reconectam o circuito, transformando-o em memória não volátil. Um sinal de menor tensão pode ser utilizado para ler a memória, sondando seu estado sem alterá-lo.

Memória empilhada

Desde então, a equipe desenvolveu a memória de dois terminais, permitindo que as células individuais fossem empilhadas em uma configuração tridimensional, e postas sobre um substrato flexível. A inovação foi apresentada ontem pelo professor Tour durante a reunião da Sociedade Americana de Química. O pesquisador afirmou que os resultados completos serão publicados em um artigo científico nas próximas semanas.

Fonte: Inovação Tecnológica

quinta-feira, 29 de março de 2012

VHF Handbook

Estava navegando pela net e achei esse livro bem interessante, com esquemas de antenas, receptores e transmissores. A maioria dos transistores são antigos, mas não deve ser problema achar equivalentes.


terça-feira, 27 de março de 2012

La Radio

Trago aqui mais algumas edições dessa revista italiana. Para quem tem internet de alta velocidade vale a pena baixar pelo link direto.


Nº 21 - 05 de Fevereiro de 1933

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Nº 23 - 19 de Fevereiro de 1933

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Nº 27 - 19 de Março de 1933

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Nº 28 - 26 de Março de 1933

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Nº 30 - 09 de Abril de 1933

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Nº 32 - 23 de Abril de 1933

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Nº 33 - 30 de Abril de 1933

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Nº 34 - 07 de Maio de 1933

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Nº 42 - 02 de Julho de 1933

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sexta-feira, 16 de março de 2012

Encontrada solução para curto-circuitos da eletrônica molecular


O grafeno forma uma tela protetora que isola as moléculas e permite que seu funcionamento como componentes eletrônicos não seja curto-circuitado.


Plataforma molecular

Pesquisadores da Universidade de Copenhague desenvolveram uma nova plataforma que pode ser usada para o desenvolvimento de componentes eletrônicos moleculares. E, ao mesmo tempo, eles resolveram um problema que vem desafiando pesquisadores de todo o mundo há pelo menos uma década. Mais de 10 anos atrás, quando começou a se proclamar que a nanotecnologia poderia revolucionar a tecnologia dos computadores, isto se deveu em parte porque se imaginava que estivéssemos a um passo de desenvolver a eletrônica molecular. A eletrônica molecular envolve a substituição dos componentes eletrônicos tradicionais, como os transistores, por moléculas, criando minúsculos circuitos eletrônicos para cumprir exatamente as mesmas funções dos computadores e outros aparelhos.

Desafios da eletrônica molecular

Já foram criados inúmeros componentes eletrônicos moleculares, perfeitamente funcionais. Mas interligá-los para criar circuitos maiores não tem-se mostrado fácil. Esse desafio mostrou-se maior do que o previsto inicialmente, em parte porque os componentes eletrônicos moleculares curto-circuitam quando as moléculas são conectadas aos eletrodos necessários para lhes levar a energia e para ler seus cálculos. Foi necessário esperar pela descoberta do agora chamado material-maravilha, o grafeno, que se tornou a base da plataforma nanotecnológica agora criada pelos cientistas dinamarqueses. "Nós agora podemos colocar uma das nossas lâminas de grafeno por cima das moléculas, protegendo o sistema dos curtos-circuitos. Foi assim que desenvolvemos uma nova plataforma tecnológica para uso no desenvolvimento de novos componentes eletrônicos baseados em moléculas," disse Kasper Norgaard.

Novos caminhos

O pesquisador explica que sua equipe agora está tentando utilizar moléculas com diferentes propriedades sobre a plataforma de grafeno - por exemplo, moléculas que podem alternar entre condutoras e não-condutoras. Isso abrirá o caminho para a eletrônica do futuro em áreas como novas tecnologia de memória, telas ultra-finas e células solares mais eficientes. Contanto que outro desafio igualmente íngreme quanto os curto-circuitos moleculares não surja pela frente dessa área tão promissora.


terça-feira, 13 de março de 2012

3 Anos de blog

Este mês completa mais um ano de blog no ar e a cada dia mais e mais dificuldades pela frente. Eu sempre quis fazer atualizações semanalmente, mas a cada dia que passa entendo porque existem diversos blogs que ficam meses sem postar nada, ou você se dedica todo o tempo com o blog ou não consegue manter uma regularidade nas postagens, e eu estou tenho somente uma hora diária para acessar a internet.
A grande maioria dos blogs ainda ganha alguma coisa, mesmo que pouca, com propagandas e eu nunca tive a intenção de encher de propagandas no meu blog, principalmente porque não gosto, acho muito ruim você entrar em um blog para conhecer e de minuto em minuto aparecer um banner com propaganda fazendo você desviar o foco do que estava vendo, se não é isso é aquele apelo visual que as propagandas fazem no blog. Eu recebi algumas propostas de colocar links de empresas para fazer propagandas, mas essas empresas acham que só porque estou disponibilizando as revistas gratuitamente eu devo fazer o mesmo com as propagandas, se ao menos me pagassem internet tudo bem, mas nem isso eles querem.
Ainda tenho algumas revistas e uns dois ou três livros para digitalizar, sendo um dos livros com mais de quinhentas páginas, estou recebendo algumas contribuições e achando mais revistas na internet para tentar reunir tudo no blog para facilitar a procura por revistas de eletrônica. Nesse meio tempo aproveito para postar minhas montagens, não sou um expert em eletrônica, mas consigo montar alguma coisa.
Estou agora tentando reunir todos os meus esquemas de antenas, acopladores, filtros e tudo que tenho que envolve RF tanto para transmissão como recepção para colocar em pastas e disponibilizar aqui, não tem muitas novidades, são esquemas tirados da própria internet, mas para facilitar a procura (tem sempre um esquema que não temos nessas pastas cheias de arquivos na internet) e também servir de backup para meus arquivos, depois dos problemas que tive no meu pc eu quero evitar perder tudo isso e a melhor saída e compartilhar.
Para finalizar eu quero agradecer a todos os leitores pelas visitas principalmente aqueles que fizeram contribuições, aos leitores que participam deixando seus comentários e espero conseguir manter esse blog por mais tempo.

Revista Radiorama [Parte 10]

Segue mais uma parte.


38 - Outubro de 1959


39 - Novembro de 1959



40 - Dezembro de 1959



41 - Janeiro de 1960


sexta-feira, 9 de março de 2012

LED supera 100% de eficiência


Nas minúsculas magnitudes envolvidas, o calor ambiente é suficiente para prover ao LED a energia necessário para seu "super rendimento".


Emitindo mais energia que consome
Físicos conseguiram demonstrar na prática, pela primeira vez, que um semicondutor pode emitir mais energia do que consome. O semicondutor é um diodo emissor de luz - um LED - que absorve energia na forma eletricidade e a emite na forma de luz. Os cálculos teóricos que indicavam que isso era possível foram feitos há décadas. A energia absorvida por um elétron que viaja através de um LED é igual à sua carga vezes a tensão aplicada, que causou seu movimento. Mas se esse elétron ocasionar a emissão de um fóton, ou seja, se ele produzir luz, a energia do fóton emitido depende da chamada bandgap - a diferença de energia entre os elétrons da camada de condução e da camada de valência - que pode ser muito maior. Ou seja, potencialmente a energia gerada pode ser maior do que a energia consumida. Mas ninguém nunca havia visto isto acontecer na prática.

No limite inferior
Como, na maior parte dos casos, a grande maioria dos elétrons não produz fótons, o rendimento médio, em termos da luz emitida por um LED, fica abaixo da potência elétrica consumida.
Parthiban Santhanam e seus colegas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) conseguiram produzir o efeito previsto pela teoria, ainda que, em seu LED, menos de 1 em cada 1.000 elétrons produza efetivamente um fóton. Eles criaram um LED com uma bandgap muito estreita, e aplicaram uma tensão tão pequena que o componente funciona como se fosse um resistor. A partir daí, eles começaram a cortar a tensão pela metade, reduzindo a potência elétrica por um fator de 4. Mas o número de elétrons - e, por decorrência, a potência da luz emitida -, caiu apenas por um fator de 2.

Picowatts

Ao chegar a uma potência elétrica de entrada de 30 picowatts, os pesquisadores detectaram cerca de 70 picowatts de luz emitida. Essa energia extra vem das vibrações da rede atômica do material, induzidas pelo calor ambiente - logo, o LED se resfria ligeiramente, como acontece nos trocadores de calor termoelétricos. O experimento fornece luz insuficiente para a maioria das aplicações práticas. Contudo, ele demonstra que aquecer os diodos emissores de luz aumenta sua potência de saída e sua eficiência. Isso significa que eles podem se comportar como motores de calor termodinâmicos - mas provavelmente não nas altas velocidades de chaveamento que eles alcançam nos aparelhos eletrônicos modernos.

Fonte: Inovação Tecnológica

quinta-feira, 8 de março de 2012

Pedido

Caro leitor Sávio [PY1DQC] o Phrozen deixou o link para o projeto Curió nos comentários.

Phrozen, obrigado por compartilhar o esquema.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Pedido

Gostaria de informar ao leitor Sávio [PY1DQC] que me pediu o esquema do Projeto Curió publicado na Eletronica Popular de 1971 que não tenho essa edição, se algum leitor tiver o projeto e quiser enviar uma cópia é só entrar em contato.

4Shared normalizado

Boas notícias, parece que voltou ao normal o 4Shared, consegui fazer o login e não perdi meus arquivos, pelo menos uma notícia boa entre as ruins.