domingo, 30 de setembro de 2012

ABC da Astronomia - Episódio 06 - Estrelas



Memristores transparentes permitem antever tecnologias do futuro


O óxido de estanho-zinco não é apenas muito mais barato, como é também transparente.


Cérebro transparente

Os memristores são componentes eletrônicos tão promissores que são chamados de sinapses artificiais. Um memristor é um componente com um comportamento similar ao do resistor, mas capaz de "lembrar seu passado", o que significa que ele funciona como uma memória não-volátil - seu nome é uma junção de memória e resistor. Santosh Murali e seus colegas da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, juntaram agora os memristores com a eletrônica transparente, dando um vislumbre do que poderá ser a tecnologia dos gadgets do futuro. A eletrônica transparente promete produtos inovadores, que ainda não existem, como telas mostrando informações nos pára-brisas dos automóveis, ou navegar na internet no tampo de vidro de uma mesa. Já as sinapses eletrônicas estão se estabelecendo com o nome de RRAM, ou memórias de acesso aleatório resistivas, com várias vantagens em relação às memórias flash atuais.

Óxidos semicondutores

Os pesquisadores demonstraram que é possível fabricar memristores usando óxido de zinco e estanho, um material bem conhecido da indústria eletrônica. Algumas das melhores oportunidades para esses novos semicondutores feitos de óxido amorfos não estão no campo das memórias, mas na área dos chamados filmes finos, usados na fabricação de telas e monitores, entre outras possibilidades. Nesse caminho, o composto mais próximo da comercialização é o óxido de zinco-gálio-índio. O inconveniente é que o gálio e o índio estão se tornado cada vez mais caros. Já o óxido de estanho-zinco, agora sintetizado por Murali e seus colegas, não é apenas muito mais barato, como é também transparente. Os pesquisadores esperam agora caracterizar rapidamente as propriedades físicas e elétricas do novo composto, a tempo de oferecê-lo como uma alternativa mais viável para a indústria.


Fonte: Inovação Tecnológica

Revista Radiorama [Parte 25]

Segue mais uma parte. Estou mudando os arquivos para o Mediafire aos poucos e em breve estará tudo no Mediafire para ser mais fácil o acesso.

sábado, 22 de setembro de 2012

Últimas edições adicionadas na lista


Números que possuem um (sub) ao lado são arquivos que foram substituídos por outros com melhor qualidade.


02/08/2018 Instituto Universal Brasileiro Edições 41, 43, 45, 48, 49 e 53
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23/07/2018 Informática Eletrônica Digital Edições 13 e 14
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10/06/2018 Instituto Universal Brasileiro Edições 24, 26, 30, 31, 34 e 40
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27/05/2018 Instituto Universal Brasileiro Edições 02, 04, 17, 18, 20, 21 e 23
04/03/2018 Saber Eletrônica Edições 256, 257, 380, 383, 384 e 390
04/03/2018 Eléctron Edições 01, 03 e 18
25/02/2018 Saber Eletrônica Edições 177, 178, 192, 222, 230, 238, 245, 254 e 255
11/02/2018 Rádio e Eletrônica Edição 01(sub)
11/02/2018 Saber Eletrônica Edição 204(sub)
11/02/2018 Eléctron Edição 37
11/02/2018 Eletrônica Total Edição 125
21/01/2018 Instituto Universal Brasileiro Edições 03, 54, 62 e 69
21/01/2018 Eletrônica Total Edições 95, 115, 122 e 123

terça-feira, 4 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

Links quebrados


Quero avisar os leitores que os links de algumas revistas estão quebrados e que vou arrumando na medida do possível.

Qubit eletrônico: interface estável entre mundos clássico e quântico


Os elétrons (vermelho) do eletrodos saltam para a molécula, lendo o spin eletrônico (laranja) e o spin nuclear (verde).


Interface quântico-clássico

Os computadores quânticos parecem estar finalmente rompendo a casca do ovo, dando as primeiras olhadelas nos problemas reais, como o dobramento das proteínas e cálculos criptográficos. Como se viu nestes dois casos recentes, o grande desafio é isolar os qubits da interferência externa. Por mais isolados do ambiente que sejam, contudo, não se pode prescindir de ler e alterar os qubits - e a leitura e a escrita são sempre os momentos mais traumáticos, já que representam uma "interferência" por excelência. Agora, pesquisadores alemães conseguiram pela primeira vez ler o estado quântico de um átomo diretamente, usando eletrodos metálicos. Esta é a primeira demonstração de uma interface estável entre o mundo clássico e o mundo quântico. "Normalmente, todo contato com o mundo externo altera a informação em um sistema mecânico-quântico de uma forma completamente descontrolada," explica o professor Mario Ruben, do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe. "Por isso precisamos manter o estado quântico estável e protegido. Por outro lado, a informação precisa ser lida de forma controlada para que ela possa ser usada."

ABC da Astronomia - Episódio 05 - Distâncias