segunda-feira, 22 de abril de 2013

Baterias de onda

As baterias de onda usadas às vezes nos circuitos de antenas de receptores de rádio constituem uma forma de filtro de eliminação de banda. Os tipos genéricos de bateria de onda são os filtros ressonantes paralelo e o ressonante série. Estas baterias são empregadas para evitar interferência, por exemplo, de uma estação vizinha que tem potência suficiente para que a ouçamos sobre uma banda completa de frequência do receptor. A bateria reduz a intensidade do sinal da estação não desejada de modo que não se ouvirá, exceto quando o receptor é sintonizado nessa estação. O circuito paralelo, em com a antena, na figura A, está sintonizado por ressonância à frequência do sinal não desejado.





A bateria de onda paralela apresenta uma elevada impedância na frequência deste sinal não desejado e permite que as correntes das outras frequências penetrem no receptor com muito pouca diminuição.
O circuito série, ligado como mostra a figura B, está sintonizado para ressoar a frequência do sinal indesejável. A impedância do circuito C1+L1 é baixa em ressonância. Por conseguinte, estas frequências indesejáveis desviar-se-ão à terra desde o primário do transformador de entrada L3, do receptor. As frequências desejadas não ficam afetadas porque tanto L como C atuam como uma elevada impedância quando não estão em ressonância.

sábado, 13 de abril de 2013

Silício emite luz visível pela primeira vez


Ao trocarem dados por luz, em vez de eletricidade, os processadores fotônicos serão muito mais rápidos e consumirão muito menos energia.


Computação fotônica

O silício é o material-maravilha por excelência - há quem diga que estamos na Era do Silício, tal é a importância do elemento para a moderna tecnologia. Até agora se poderia dizer que, mesmo para um elemento tão versátil, nem tudo seria possível - como emitir luz, por exemplo. Mas agora o silício se desdobrou e conseguiu colocar mais essa propriedade em sua longa lista de feitos memoráveis.
Pesquisadores conseguiram, pela primeira vez, fazer com que o silício "bruto", sem dopagens, emitisse luz. E ele o fez de forma a não deixar dúvidas, emitindo luz de largo espectro na faixa visível, em temperatura ambiente. Este é um passo importante para a longamente esperada mesclagem de componentes eletrônicos e fotônicos no interior dos processadores, levando aos computadores fotônicos.
Ao trocarem dados por luz, em vez de eletricidade, os processadores fotônicos serão muito mais rápidos e consumirão muito menos energia.

Tirando luz do silício

Alguns semicondutores emitem luz quando são energizados - eles produzem fótons, em vez de produzir calor. Este fenômeno é comum e usado, por exemplo, nos diodos emissores de luz, ou LEDs. Infelizmente, o silício não é um desses semicondutores, produzindo muito poucos fótons - em compensação, ele gera muito calor. O problema é que os semicondutores bons em emitir luz, os chamados cristais fotônicos, como o sulfeto de cádmio, têm uma condutividade elétrica muito ruim, e não são compatíveis com a tecnologia usada na fabricação dos processadores.

Isto mostra a importância do feito de Chang-Hee Cho e Ritesh Agarwal, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Eles deram um jeito de escapar da encruzilhada fotônica encapsulando o silício em vidro e prata. O revestimento de prata permite o espalhamento de ondas de elétrons conhecidas como plásmons de superfície, ondas que são essencialmente uma combinação de elétrons oscilantes e luz, e que ficam confinadas na interface entre a prata e o silício. Com o diâmetro correto do fio de silício, o revestimento de prata cria pacotes de ressonância e campos eletromagnéticos altamente confinados - em outras palavras, luz, que sai pelo nanofio de silício. "Quando combinamos as portadoras imediatamente, então nós produzimos luz no silício," disse Agarwal. Mas nem tudo está pronto, porque o emissor de luz de silício está sendo excitado por um laser azul, que é a forma mais simples de gerar os plásmons de superfície.O próximo passo da pesquisa é fazer com que tudo isso funcione excitando o silício diretamente com eletricidade.
"Quando você faz o próprio silício emitir luz, você não precisa ter uma fonte de luz externa no chip. Nós poderemos excitar o silício eletricamente e ter o mesmo efeito, e poderemos fazer isso com fios entre 20 e 100 nanômetros de diâmetro, o que é compatível em termos de escala com os componentes eletrônicos atuais," concluiu o pesquisador.

Fonte: Inovação Tecnológica

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Problemas

Caros leitores, pelo visto os problemas nunca acabam, acabei de entrar na minha conta do mediafire e pra minha surpresa eles diminuirão ainda mais o espaço para usuários free, no início era ilimitado, depois passou para 50Gb e agora está em 12Gb, por isso eu estou escrevendo este post pra avisar que eu tive que deletar parte das revistas já upadas pro mediafire, eu tinha quase 25Gb de revistas e agora estou com quase 12Gb.

Por isso eu aviso que não vou responder aos comentários que me informam sobre links quebrados, eu tive que sacrificar as revistas Monitor de Rádio e TV para manter as Nova Eletrônica. Também não vou poder atender nenhum pedido de leitor, pelo menos até que as coisas normalizarem. Vou começar a criar um site para migrar as revistas pra lá.

Mais uma coisa, o leitor Roberto que está contribuindo com revistas notou que a edição número 27 da Nova Eletrônica estava faltando a página 48, ele me mandou a página que faltava, eu acabei de arrumar e fazer o upload, portanto para quem já baixou, peço que baixe novamente.